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Gonçalo Pinto Ferreira, sócio e coordenador da área de Trabalho e Segurança Social da TELLES, em comentário ao Jornal de Negócios, questionado sobre o eventual aumento do número de processos de despedimento coletivo e lay-off em resultado do contexto internacional de guerra comercial, destaca que “não há uma resposta clara e inequívoca”. “Dependerá de muitos fatores, desde logo a resposta que a UE e Portugal possam dar para combater o desemprego”, reforça.
O advogado da TELLES, especializado em Direito do Trabalho, quanto à possibilidade de este impacto se sentir apenas em empresas que exportam para os EUA, salienta que “num mercado global não é de excluir o efeito dominó que o aumento de tarifas poderá acarretar para a economia, afetando assim outros setores”. O advogado refere o caso de fornecedores e distribuidores que “até nem exportam para os EUA, mas que paradoxalmente poderão ser mais vulneráveis ainda à pressão, por estarem menos preparados, por terem menos capacidade de inovação e menos acesso a alternativas no mercado”. E nestes casos, realça, “o despedimento coletivo pode ser mesmo um recurso inevitável para a viabilidade futura da empresa”.
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